IUGS-IFG

51° CBG: Como FTIR da fração argila pode contribuir para análise forense de solos na Baixada Fluminense (RJ)

Kaory Cabral, graduanda em química industrial da Universidade Federal de Fluminense (UFF) apresentou seu trabalho no 51ºCBG sobre a espectrometria do infravermelho da fração de argila e sua aplicação forense em solos da baixada Fluminense no Rio de Janeiro. O trabalho apresentado é uma pequena parte de um grupo de pesquisa maior que promove o desenvolvimento de um banco de dados georreferenciados da fração argila para se obter a diferenciação dos solos na baixada Fluminense.

Figura 1. Mapa de coleta das amostras escolhidas na Baixada Fluminense.

As amostras foram coletadas visando uma mineralogia similar para tentar descobrir se há ou não a presença de “fingerprint” diferentes. Os autores concluíram que a técnica de espectrometria de infravermelho transformada de Fourier (FTIR) foi eficaz na distinção de “fingerprints” de amostras de argila, contudo, é necessário a continuação do trabalho com mais amostras, tanto do mesmo lugar com diferenciações de metros ou dezenas de metros, como para quilômetros. Essa aperfeiçoamento da técnica é de extrema importância para se implementar o uso do FTIR como prova em casos criminais.

Figura 2. Gráficos demonstrando os resultados do FTIR e as razões entre absorbâncias dos picos.
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